peer_to_peer_leis.jpg

Quando tudo já parecia muito confuso no cenário das redes P2P no país, o parlamento alemão aprovou uma nova emenda de lei que facilita o acesso da indústria fonográfica às informações sobre as pessoas que compartilham e baixam músicas por elas. Agora, os detentores dos direitos autorais poderão solicitar diretamente aos provedores os dados de seus clientes que tiverem seus endereços IPs identificados e associados à pratica julgada ilegal, necessitando apenas de uma ordem judicial.

Até o momento, as grandes gravadores tinham como procedimento padrão para esses casos a instauração de processos criminais, o que resultou em uma avalanche de intimações judiciais que exigiam indenizações extorsivas. Frente a essa situação, a nova emenda estabeleceu também uma multa padrão de 100 euros para pessoas que compartilharem músicas através de redes P2P.

Pelo jeito não é só no por aqui que os poderes público e judiciário trabalham em detrimento das empresas privadas.

via P2P Blog

O número de redes sociais e ferramentas colaborativas online cresce num ritmo acelerado o bastante para nos oferecer novidades quase que diárias. Já acompanhar todos esses serviços, comunidades e redes, acaba por se tornar uma tarefa cada vez mais difícil.

social_thing_1.gif

O Socialthing! surge como uma opção para gerenciar toda essa confusão de forma simplificada, valendo-se do conceito de lifestream.

social_thing_2.jpg

A grande promessa da ferramenta é oferecer uma maneira para acompanhar as atividades de seus amigos através de apenas um site, que funcionaria como um ponto centralizador, permitindo interagir com outros sites e serviços em tempo real.

A idéia, sem sombra de dúvidas, é muito boa e o site oferece compatibilidade com um grande número de serviços. O único contra que pude perceber foi um relativo delay entre os serviços e a indexação feita pelo Socialthing! que, mesmo assim, não ofusca o brilho desta novidade.

Vale a pena testar.

Rodrigo Prior

Deu zebra no Safari urbano?

zebra_safari_urbano.jpgA moda das ações envolvendo bloggers acaba por gerar uma discussão interessante do ponto de vista ético. Não obstante do padrão “mais do mesmo” que vem se repetindo incessantemente pelas agência ditas criativas, o Safari Urbano surge como algo que parece transpor o limite da “cortesia voluntariosa”.

Convidar bloggers para um suntuoso passeio sortido de regalias que muitos deles não poderiam conferir por conta de seu padrão econômico, a troco de testarem um novo celular da marca patrocinadora do evento, pode soar como um “descompromisso” tão compromissado a ponto de exercer uma pressão psicológica sob seus ilustres convidados.

Obviamente, grandes anunciantes podem ser dar ao luxo de oferecer “mimos” desta natureza, no entanto, isso bate de frente com os valores éticos pregados por aqueles que querem firmar o universo dos blogs como mídia alternativa às tradicionais.

Mas, peraí. E onde fica o ROI (retorno do investimento) nessa história?

Ao questionar um dos idealizadores da ação, recebi algumas respostas que não acabaram por me convencer:

enloucrescendo @rodrigoprior só os artigos garantem que sua marca seja falada para um público gigante, por um formador de opinião. on e offline.

enloucrescendo @rodrigoprior ROI é medido pelas mais de 100 meções no Twitter, mais as centenas de fotos, e dezenas de artigos, sobre a ação e o celular

Primeiramente, a “garantia de que sua marca seja falada por um público gigante” é algo muito subjetivo. Quantas das pessoas que comentaram a ação realmente se interessaram pelo aparelho? Agora, falarmos de formação de opinião, principalmente quando o público alvo é o referido consumidor potencial do aparelho (que não custa nem um pouco barato, o que aumenta a seletividade na hora das influências para aquisição) torna-se um assunto delicado. Utilizar tal argumento chega a ser uma afronta à inteligência dessas pessoas.

É errôneo tenta resgatar conceitos antigos como o da formação de opinião para um ambiente onde existe abundância de informações e as pessoas possuem parâmetros sólidos o bastante para estabelecerem sozinhas seu ponto de vista sem a dependência de influência alheia. Logo, todo o contexto da ação (que pode ser facilmente pesquisada e encontrada através da própria Internet) certamente é passível de ser visto com olhos de descrédito.

Quanto a medir ROI, através do número de menções no Twitter, parece uma armadilha bem atraente.

Podemos observar centenas (ou até mesmo milhares) de pessoas discutindo a ação, ou qualquer outro assunto ou produto, porém, sem podermos afirmar qual seria o teor ou o nível de influência exercido por tal conversação do coletivo.

Este post é uma prova de que a fórmula “fale bem ou fala mal, mas fale de mim” não é válida quando o assunto envolve a intenção de divulgação de um determinado produto ou serviço para um público capaz de buscar as informações necessárias para chegarem a uma opinião independente das influências alheias.

Gostaria de conhecer outras opiniões e pontos de vista a respeito da questão, claro, mantendo uma discussão sadia e construtiva.

Conto com o bom senso de vocês.
:-)

blackout.jpgDurante a tarde de hoje, 30/03/2008, os donos de websites hospedados pela Locaweb puderam vivenciar uma experiência nem um pouco agradável. Por um período de quase 3 horas, um “apagão completo” tirou do ar os sites dos clientes, assim como o site da própria empresa . Se o evento houvesse ocorrido no dia de ontem, até poderíamos associá-lo à uma adesão (de mal gosto, claro) ao Earth Hour.

Às 16:45, um dos blogs corporativos da empresa (destinado à informar os clientes sobre os status de seus serviços) relatava em um post (de forma muito superficial) que ocorreu uma pane no fornecimento de energia ao Datacenter.

Agora, imagine as dimensões do prejuízo causado pela indisponibilidade de um site de e-commerce durante 3 horas ou então de estar apresentando seu site durante um evento e simplesmente o mesmo estar inacessível. Essas duas situações puderam ser vividas (e amarguradas) por Fábio Seixas e Diego Mascarenhas, que, muito provavelmente, não terão os prejuízos causados ressarcidos.

Sinceramente, para um provedor de hospedagem com as dimensões de uma Locaweb, culpar o fornecimento de energia é uma forma um tanto quando irônica de subestimar a inteligência de qualquer usuário que conheça um pouco mais a estrutura de um Datacenter que, aliás, cita em seu próprio website que possui geradores à Diesel.

Parece que o grande império da hospedagem web brasileira (que se encontra na fila para disponibilizar suas ações na Bovespa) não está totalmente preparado para lidar com seu próprio crescimento.

É imprescindível que em um relacionamento de aproximação, como o que a Locaweb vem tentando com seus clientes, nunca se abra mão da transparência.

A galera da UOL acaba de mandar uma realmente muito boa. Enquanto o Videolog V3 não chega, eles disponibilizaram um teaser super bem humorado na página inicial do site, onde se pode acompanhar os trabalhos da equipeatravés de um stream via Yahoo! Live.

Durante o período no qual acompanhei as imagens do stream, o mesmo chegou a bater picos de mais de 100 usuários simultâneos.

videolog_v3.jpg

Visite o Teaser e veja o stream ao vivo

Uma maneira muito interessante (e não menos inteligente) de conseguir mídia espontânea para o lançamento da nova versão do serviço.

Dica do colega Marco Gomes via Twitter

;-)

A pequena notável (mas não menos graciosa) Gabi ainda irá demorar muitos anos (ou não) antes de perceber o que seu vídeo postado por seus pais corujas no Youtube representa:

[youtube]http://br.youtube.com/watch?v=qw4l1ljViTU[/youtube]
De um lado, existe uma clara percepção de como os investimentos em estudos de usabilidade fazem com que a Apple ofereça aos seus usuários produtos de rápida e fácil assimilação de uso, podendo suas funções básicas serem dominadas em pouquíssimos minutos de contato com o hardware.

Porém, existe uma outra coisa muito mais importante que nos é comprovada por uma criança de 2 anos: Como a tecnologia vem se tornando algo natural para as crianças, fazendo parte de seu cotidiano de “pequeninos usuários” cada vez mais cedo.

Durante a finalização deste post, encontrei mais um vídeo que mostra Gabi barbarizando no iPhone:

[youtube]http://br.youtube.com/watch?v=taROG0urbos[/youtube]
“No calling people” diz Gabi. (Valeu pela dica Duda)

Como será a publicidade voltada para esse público? Como ficará a ética da publicidade frente à construção de valores e conceitos que poderão influenciar vidas inteiras?

Hora de colocarmos as cabeças para pensar.

Rodrigo Prior

Fora do ar! Mas será que é só para você?

Quantas vezes nós acabamos “batendo com a cara na porta” ao tentarmos acessar um website e surgiu aquela dúvida: Mas será que é só comigo?

Agora, ficou fácil sabermos se estamos sendo injustiçados ou não.

O serviço Down for everyone or just me? surgiu para responder a essa pergunta de forma simples e rápida. Através de um sistema de ping, ele verifica se o site em questão está realmente fora do ar ou se existe um problema na rota de comunicação entre ele e o seu provedor.

Ideal para aqueles que sofrem de mania de perseguição online.

Hoje pela manhã, tomei conhecimento do vazamento da nova home do Portal iG através do colega Fábio Seixas. Estes “vazamentos” já não são mais novidade e meio que se tornaram um “clichê” quando os grandes players da web decidem comunicar novidades ao mercado.

Clique sobre a imagem para acessar um preview com o detalhamento das novas funcionalidades:

nova_home_ig.jpg


Otimizada?

Sim. A nova home do iG traz melhorias significativas no que diz respeito a hierarquização das informações. Agora, ficou mais fácil identificar de maneira clara e rápida os assuntos abordados, assim como suas áreas de interesse encontram-se mais destacadas.

Inovadora?
Nem tanto. As mudanças feitas para a nova versão acompanham as tendências do mercado dos grandes portais brasileiros de conteúdo o que, em alguns momentos, faz com que a nova home do iG traga elementos que remetam indireta (ou diretamente) aos portais UOL e Terra.

O que essa nova versão nos ensina sobre o iG?
Que sem dúvida o portal conseguiu se desvencilhar da antiga imagem de provedor de serviços gratuitos e consolidou-se como fonte de conteúdo e entretenimento. Outra fator que chama muito a atenção é o aumento considerável da área de anúncios do iG Shopping, o que demonstra de forma clara uma atenção mais do que especial do veículo para com a publicidade voltada às vendas online, que vêm se tornando uma de suas principais fontes de receita.

Levando em consideração o modelo de negócios e o posicionamento estratégico do portal, considero a mudança mais do que pertinente.

Ponto pro iG.

Rodrigo Prior

Clube de Criação Web chega com fôlego 2.0

Há quase 1 ano, Rodrigo Mendes lançou uma idéia um tanto quanto ousada na lista de Webdesign da 10″. Tendo em vista a falta de um ponto centralizador dos profissionais do webdesign, ele sugeriu a constituição de um Clube de Criação específico para profissionais envolvidos com a web. Aos poucos, a galera foi se mobilizando e contribuindo para tornar esse sonho uma realidade.

Hoje, o Clube de Criação Web veio efetivamente à vida, trazendo uma gama interessante de ferramentas para que seus membros possam divulgar seus portfólios e aproximarem-se uns dos outros em prol de objetivos comuns da categoria.

clube_de_criacao_web.jpg

Iniciativa muito bacana de unir em torno da criatividade os webdesigners que, muitas vezes, reclamam da falta de unidade, porém, sem nunca terem feito algo muito substancial para reverter esse quadro.

Parece que o baque de ter seu time de futebol na segunda divisão fez com que o Corinthians buscasse por estratégias de marketing ousadas, principalmente quando o objetivo é angariar receita. Durante a manhã de hoje, no Jockey Club de São Paulo, foram apresentadas algumas dessas ações, dentre elas a criação de uma TV online.

timao_tv.jpg

A TimãoTV surge como uma das alternativas do clube para gerar receita através da distribuição de conteúdo exclusivo sobre o time em um portal na Internet que também poderá ser acessado por dispositivos móveis.

Inicialmente, o conteúdo será aberto, estando disponível a todos os usuários. Finalizado o período de testes, será cobrada uma assinatura mensal no valor de R$ 10,00, podendo a mesma ser interrompida a qualquer momento pelos usuários que assim desejarem.

Um belo gol do Corinthians que, certamente, irá colher bons frutos dessa aposta ousada e promissora.

« Prev - Next »