
Seis milhões de usuários em poucos dias de vida e crescendo em uma velocidade surpreendente. Esse é o fenômeno que o serviço de música online iLike vem consolidando.
Grande parte desse crescimento pode ser atribuído ao sucesso que o iLike obteve na rede social online FaceBook, onde atingiu 1 milhão de usuários em sua primeira semana, repetindo o mesmo número de novos usuários em 5 dias e depois em apenas 4, tendo atingindo uma taxa de crescimento de 300 mil novos usuários ao dia.
Completado 1 mês de lançamento, o iLike já conta com mais de 15 milhões de usuários!
Entre as possibilidades oferecidas pelo serviço estão o compartilhamento de playlists do iTunes, encontrar e baixar músicas gratuitamente no formato MP3 de acordo com suas preferências e um notificador de apresentações de seus artistas prediletos que acontecerão perto de você.
Aos meus olhos, o FaceBook vem se consolidando como uma poderosa plataforma capaz de estourar serviços desse tipo através do potencial viralizador único de seus usuários.
Alguém duvida disso? 
Os sites de compartilhamento de vídeos criaram um que vem se tornando hábito cada vez mais presente na vida de seus usuários. A cada mês, mais e mais pessoas compartilham seus vídeos através de um processo que nem sempre ocorre de maneira simplificada.
A Indústria de telefonia celular não dormiu no ponto e aposta em aparelhos que atendam às novas necessidades desses usuários, como por exemplo facilitar o processo de envio de conteúdo.

Para agradar os bloggers de plantão, o novo Samsung SGH-L760 possibilitará a publicação direta dos vídeos capturados através da câmera do telefone em sites como o Youtube e Ublog. O produto será lançado ainda este mês, inicialmente no mercado europeu.
Após acordo com o site de compartilhamento de vídeos, a LG anunciou o lançamento do YouTube Phone. Com ele, o usuário poderá visualizar, compartilhar e enviar vídeos diretamente do celular (através da infra-estrutura da rede 3G).
O aparelho será fabricado nos EUA e estará disponível no mercado europeu no a partir do segundo semestre de 2007.
Definitivamente o Capital de Risco dos investidores encontra-se num momento de estrema paixão pelas redes sociais. Tal fato acaba por cair como uma luva, visto que muitas das redes atingem pontos onde o crescimento sustentável pode se tornar uma armadilha, sendo o investimento de terceiros a única opção para assegurar uma expansão segura.
Apenas neste mês de Julho, já foram anunciados grandes investimentos em 3 redes:
Ning - 44 milhões de dólares em investimentos
Hi5 - 20 milhões de dólares em investimentos
Tagged - 20 milhões de dólares em investimentos
Investimentos feitos por impulso acreditando em explosões demográficas no meio online ou apenas a nova moda no mundo dos negócios?
As empresas de Marketing Multi Nível sempre foram fascinadas pela Internet, sendo o seu maior atrativo a possibilidade de recrutar membros sem o alto custo da realização de eventos presenciais.
Inicialmente surgiram vários websites que sem fazer alusão a qualquer uma das empresas, ofereciam a possibilidade de uma vida cheia de regalias e luxos, conduzindo o usuário a “consultores” e “supervisores” de empresas como OmniBrasil, Herbalife, Tahitian Noni, entre outras.
Logo, com o surgimento das grandes redes-sociais online, essa empresas descobriram mais uma oportunidade para perseguir novos clientes. Mesmo que atirando para todos os lados, uma grande enxurrada de recados em scrapbooks e comunidades invadiram o Orkut, bem como fotologs e blogs através de SPAM em comentários.
Agora, a moda é a criação de novas redes sociais utilizando a estratégia de prometer a seus usuários torná-los os novos milionários da Internet ou então os felizes contemplados de premiações exuberantes como automóveis Honda Civic 0km e Casas mobiliadas no valor de R$ 350.000,00.
Só essa semana, tomei ciência da existência de 2 dessas novas redes, ambas criadas por brasileiros. A primeira, intitulada Gândia traduz através de todo um misticismo a explicação sua estrutura que envolve um custo de adesão para financiar a distribuição de lucros entre seus associados. Seu website é incompatível com browsers como Opera e o Mozilla Firefox o que tecnicamente acaba sugerindo aos usuários o que esperar do serviço. A segunda rede, Onda Oi, mostra-se através de um website melhor arquitetado, porém seguindo um modelo de negócio parecido com a primeira.
Não me surpreenderá caso tais sites venham a conquistar um considerável número de usuários, tendo em vista o grande número de pessoas que acreditam nesse tipo de oportunidade como uma chance para alcançarem sua independência financeira.
E você? O que acha disso tudo? Deixe seu comentário.
Resolvi por adiar um pouco a publicação dessa segunda parte do artigo, pois creio que a publicação no meio do feriado iria diminuir um pouco a participação dos leitores. Enfim, sem mais delongas, voltemos ao assunto.
É indispensável nomear pessoas-chave em cada setor da empresa para que as mesmas estejam aptas a auxiliar na construção de respostas e posicionamento frente à questões que venham surgir no meio online. Por exemplo, caso surja um hoax (boatos geralmente disseminados por e-mail) sobre um possível tratamento indigno de funcionários, será necessário trabalhar junto ao profissional de relações públicas para produzir uma rápida nota oficial sobre a falsa informação.
Aproveite o potencial dos que já participam ativamente da Social Media. Estes são altamente indicados para auxiliá-lo, inclusive pelo fato de que pessoas que produzem o conteúdo de Blogs ou participam ativamente de discussões e debates online geralmente são leitoras de muitos blogs, o que pode ser um importante termômetro para identificar tendências e encontrar meios inteligentes para a geração de réplicas neste meio. Lembre-se: Na Internet, as informações ecoam e tomam grandes proporções muito rápido, portanto, esteja pronto para dar respostas rápidas, porém precisas.
Não menos importante é também alocar verba para esse trabalho. Embora muitas ferramentas estejam disponíveis gratuitamente na Internet, algumas vezes faz-se necessária a utilização de serviços pagos como por exemplo, publicidade, sistemas de envio de mensagens, e até mesmo a criação de hotsites voltados à comunicação de idéias específicas.
Amanhã irei concluir a terceira última parte deste post, onde comentarei sobre como podemos tornar a Social Media uma importante ferramenta de vendas e também como podemos mensurar o retorno de nossas atividades.
Agradeço o apoio dos que estão lendo e ajudando de alguma forma sua conclusão deste artigo 
A realidade da Social Media está aí para quem quiser e apenas assistir-la de braços cruzados não tem se mostrado uma idéia muito inteligente. Os usuários criam conteúdo, debatem experiências e acima de tudo exprimem suas opiniões de forma quase que religiosa. Para não tornar o post muito maçante e, ao mesmo tempo não perder a abrangência que eu gostaria de dar ao assunto, resolvi dividir-lo em 3 partes.
Mais importante do que a compreensão conceitual é a elaboração de um plano de ação para criar respostas rápidas, que atenuem eventuais efeitos negativos de comentários e, na medida do possível, ajude a construir uma imagem positiva de sua empresa. Produzir réplicas de alto nível, demonstra o comprometimento da empresa e sua real preocupação com seus consumidores e o mercado.
Assim, prepare o cenário interno de sua empresa para que os funcionários entendam as mais diversas situações em que faz-se necessário comunicar ou posicionar-se frente a uma informação. (crises na empresa, lançamentos de novos produtos, casos de insatisfação do consumidor que tomam grandes proporções).
Logo, é preciso também reconhecer as maiores influências sob a imagem da empresa, como por exemplo a mídia, a imprensa, os especialistas na área, assim como a Social Media, sabendo em cada um dos casos quem são os maiores formadores de opinião e detentores de grande credibilidade. Fique de olhos bem abertos no que essa galera diz, não só apenas sobre a empresa, mas também sobre seus concorrentes, afinal a Social Media também é um excelente ambiente para explorar oportunidades criadas a partir de falhas da concorrência.
Por hoje é isso pessoal, estarei postando mais uma parte de post amanhã (27/4) e irei concluí-lo no sábado (28/4). Espero que gostem 
Que as redes sociais e o conteúdo colaborativo da Web 2.0 vêm se modificando a cada dia, todos nós já estamos cansados de saber. Prever os próximos passos é uma idéia tentadora para quem busca identificar novas tendências no comportamento de usuários e consumidores que estão envolvidos em todo esse processo, tendo em vista as diferentes plataformas de disponibilização de conteúdo e as mudanças pelas quais a Blogsfera vem passando.
Pensando nisso, criei o infográfico abaixo que sintetiza de forma didática todo esse processo evolutivo:

Nascido de um projeto paralelo do pessoal da Odeo (sediada em Los Angeles, Califórnia) o Twitter surgiu com um propósito simples, porém muito interessante: criar uma comunidade para que os usuários descubram e comentem o que está acontecendo em suas vidas, em tempo real.
Com uma abordagem de certo modo até provocativa (o que você está fazendo?) ele cria uma interessante interação entre os usuários que comentam em tempo real o que está acontecendo em suas vidas.
Ontem por exemplo, durante um tremor ocorrido na Cidade do México, os usuários reportaram vários detalhes sobre a atividade sísmica de seu início ao fim, inclusive relatando detalhes dos danos causados pelo pequeno terremoto. Minutos depois, o Serviço Nacional Americano de Pesquisa Geológica, reportava através de seu site tremores de magnitude 5 a 6 na escala Richter.
Realmente, o Twitter vem mostrando um grande potencial no que diz respeito à interação dos usuários em comunidade.
Em recente estudo realizado com os mais variados tipos de leitores dos Estados Unidos (passando por profissionais, conservadores, pessoas acima de 65 anos, entre outros grupos), constatou-se que 72% da população americana está descontente com o conteúdo informativo criado pela mídia do mainstream. Tal mudança já era de se esperar frente ao crescimento da We Media, onde o próprio usuário gera o conteúdo e interage com a informação de forma direta e atuante.
Tal movimento desencadeia um comportamento um tanto quanto curioso. Atualmente os grandes veículos das mídias do mainstream buscam cada vez mais interagir e introjetar seus conteúdos nas ferramentas de mídia social. Pode-se observar grandes como New York Times, Washington Post, BBC, PC Magazine e Time cada vez mais próximos da democratização e abertura para rediscussão do conteúdo jornalístico através de seus feeds RSS e no broadcast de seu conteúdo através de ferramentas web 2.0 como o Digg, del.icio.us e outros.
A qualidade do conteúdo criado por usuários nas social-networks surpreende cada vez mais os olhos daqueles que foram acostumados a associar peças criativas e bem trabalhadas à agências de grande porte. Esse video encontrado no Youtube chamou minha atenção recentemente pois seu humor e simplicidade funcionam de maneira muito eficaz e , diga-se de passagem, vendem muito bem o peixe da interatidade do cobiçado Nintendo Wii.
Veja com seus próprios olhos:
Realmente, um desafio às campanhas com orçamentos milhonários.
Via Gizmodo