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Em uma fase onde o mercado brasileiro vem mostrando uma crescente necessidade em afirmar o potencial das mídias interativas, a Chevrolet aposta suas fichas no lançamento de uma campanha 100% voltada para o meio online.

Lançada no dia 17/06, o Prisma Jump tem como idéia principal aproximar os potenciais consumidores e o veículo, através de uma experiência onde o Prisma representaria uma grande conquista em seu universo de auto-realização.

Para isso, entre outras peças, foi lançado um hotsite repleto de conteúdo rico em interação e um leilão online (Prisma BID) que incentiva a participação do usuário oferecendo como prêmio um Prisma 0 Km para aquele visitante que concretizar o maior lance (entre os 3 permitidos) sem cobertura por outro participante até 2 minutos antes do encerramento do período onde os mesmos serão aceitos.

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Uma das coisas que mais atraiu minha atenção nessa campanha, foi a fórmula criada para incentivar a realização de test-drives do veículo. Para isso, o hotsite da ação promocional oferece uma “turbinada” na participação dos usuários que realizarem a experimentação, lhes dando o direito de realizar mais 2 lances adicionais.

Bacana também é a notável divulgação que vem sendo feita em mídias digitais, assim como nas redes sociais online, inclusive com a distribuição de widgets.

Vale a pena lembrar que o valor arrecadado com os lances do leilão será inteiramente doado a uma instituição de caridade.

Pontos para a Chevrolet e a AG2. ;-)

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Acaba de ser lançado o Microonderia, um concurso online surgido através de uma parceria entre o Camiseteria e a Brastemp, que irá premiar os melhores visuais para fornos de microondas enviados pelos participantes que se inscreverem através do site.

Entre os prêmios, estão o valor de R$ 1.000,00, um microondas customizado com a arte criada pelo ganhador e a grande oportunidade de ter o trabalho vencedor divulgado em pontos de venda por todo o Brasil, ao lado de criações de artistas digitais famosos como Adhemas Batista e Ronaldo Fraga.

Bacana ver esse tipo de ação desenvolvida pela união entre duas empresas de culturas diferentes, fundamentada na criação de conteúdo por parte do usuário, assim como no potencial viralizador das redes sociais online.

Com certeza isso ainda renderá muita mídia espontânea para as duas marcas.

Fazer o quê? O que é bom, a gente passa pra frente. ;-)

A galera da UOL acaba de mandar uma realmente muito boa. Enquanto o Videolog V3 não chega, eles disponibilizaram um teaser super bem humorado na página inicial do site, onde se pode acompanhar os trabalhos da equipeatravés de um stream via Yahoo! Live.

Durante o período no qual acompanhei as imagens do stream, o mesmo chegou a bater picos de mais de 100 usuários simultâneos.

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Visite o Teaser e veja o stream ao vivo

Uma maneira muito interessante (e não menos inteligente) de conseguir mídia espontânea para o lançamento da nova versão do serviço.

Dica do colega Marco Gomes via Twitter

;-)

Hoje pela manhã, tomei conhecimento do vazamento da nova home do Portal iG através do colega Fábio Seixas. Estes “vazamentos” já não são mais novidade e meio que se tornaram um “clichê” quando os grandes players da web decidem comunicar novidades ao mercado.

Clique sobre a imagem para acessar um preview com o detalhamento das novas funcionalidades:

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Otimizada?

Sim. A nova home do iG traz melhorias significativas no que diz respeito a hierarquização das informações. Agora, ficou mais fácil identificar de maneira clara e rápida os assuntos abordados, assim como suas áreas de interesse encontram-se mais destacadas.

Inovadora?
Nem tanto. As mudanças feitas para a nova versão acompanham as tendências do mercado dos grandes portais brasileiros de conteúdo o que, em alguns momentos, faz com que a nova home do iG traga elementos que remetam indireta (ou diretamente) aos portais UOL e Terra.

O que essa nova versão nos ensina sobre o iG?
Que sem dúvida o portal conseguiu se desvencilhar da antiga imagem de provedor de serviços gratuitos e consolidou-se como fonte de conteúdo e entretenimento. Outra fator que chama muito a atenção é o aumento considerável da área de anúncios do iG Shopping, o que demonstra de forma clara uma atenção mais do que especial do veículo para com a publicidade voltada às vendas online, que vêm se tornando uma de suas principais fontes de receita.

Levando em consideração o modelo de negócios e o posicionamento estratégico do portal, considero a mudança mais do que pertinente.

Ponto pro iG.

cirulacao_jornais_caindo.jpgDe acordo com o Bureau que realiza a auditoria sob a Circulação dos jornais americanos, os números não são nada animadores. No período de um ano, ela sofreu uma retração de 3%, sendo as quedas mais notáveis a do Wall Street Journal (1,5%) e a do New York Times (4,5% nos dias de semana e 7,6% nos finais de semana).

Em busca de novas alternativas, os jornais buscam um contato cada vez mais próximo com os blogs e ferramentas de social bookmaks.

Para alguns, está mais do que na hora de repensar o modelo de negócio dos jornais, buscando fontes alternativas de receita. Entre os que saíram na frente, o San Jose Mercury News propôs um diálogo aberto para rediscutir seu formato, buscando adotar uma participação maior de seus leitores.

Um dos momento mais decisivos quando “pilotamos um Buzz” é a escolha dos próximos passos a serem tomados. Envolver o usuário durante muito tempo, em uma extensa busca por respostas pode ser um meio de simplesmente fazê-lo perder a curiosidade inicialmente gerada. Já criar grande expectativa e mostrar como resultado final algo que soa como decepção pode ser ainda pior.

Eis que surge um vídeo com Bruno Divetta pedindo votos para a Bullet no prêmio Caboré 2007.

Definitivamente poderiam existir critérios no regulamento que excluíssem automaticamente os concorrentes que insistem em iniciativas que só eles mesmos consideram inteligentes para angariar votos.

Talvez isso nos poupasse da existência de vídeos como esse:

Tem pessoas que, quando estão com a faca e o queijo na mão, simplesmente decidem que é hora de comer goiabada.

Vai entender ;-)

Rodrigo Prior

De olho no webmarketing em tempos de web 2.0

web_marketing_20.jpgCom o crescimento da web e o aumento da participação dos usuários em sites de conteúdo colaborativo (e também nas comunidades online), novas ferramentas e abordagems se tornam necessárias na hora de formular um bom planejamento de campanha de marketing online.

Algumas coisas que devemos ter em mente:

- Desperte descobertas. Os usuários querem participar e não apenas serem simples receptores de uma mensagem.

- Mobilize ações coletivas, promova diálogos à medida em que aproxima as pessoas.

- Os consumidores tornaram-se poderosos e fazem cada vez mais comparações.

- Não prive os usuários de seus direitos. Imposições aos usuários são cada vez menos bem vindas.

- Tente sem medo de errar. Caso erre, não tente tapar o sol com a peneira. A web é o maior “furador de peneiras” da atualidade.

- Atrair audiência é uma questão de relevância. Ofereça informações realmente úteis aos usuários e eles voltarão para buscar mais.

- A criatividade dos consumidores pode trabalhar de forma muito positiva para sua empresa. (user generated content)

- Motive a fidelização oferecendo ferramentas para aproximar a empresa de seus  consumidores.

E você, como trata seus clientes/consumidores através da web?

Colaboratividade, informações relevantes, conversações online, alto potencial de viralidade e o profundo impacto que as mídias tradicionais vêm sofrendo (vide a campanha do Estadão, que cutucou os Bloggers com vara curta), são apenas algumas das transformações que fazem da web um meio de informações único e de expansão cada vez mais dinâmica e amórfica.

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Como principal benefício das social networks, temos uma Internet de alto teor informativo, com um papel fundamental no aprendizado necessário aos usuários para que se adaptem às mudanças, novas ferramentas e tecnologias.

Abaixo, destaco algumas das transformações atuais que julgo de extrema importância para o entendimento do estágio atual da Web.

Habilidade para lidar com o excesso de informações
Com o crescente número de informações disponibilizadas na grande rede, cabe ao usuário separar o joio do trigo, ou seja, identificar o conteúdo que é realmente relevante frente à crescente quantidade de “lixo eletrônico” que é gerado dia após dia. Um dos maiores efeitos promovidos pelo modelo web colaborativo caminha justamente neste sentido, onde a partir do momento em que os usuários trocam informações e interagem em discussões, cria-se um trabalho coletivo onde a tudo aquilo que é relevante recebe destaque.

Desenvolvimento de ferramentas de comparação para compras
As ferramentas de comparação e pesquisa online de preços oferecem uma ampla visão de mercado aos usuários, o que favorece a livre concorrência e acaba por beneficiá-los com preços mais acessíveis, além de fornecerem informações sobre as empresas das quais eles desejam comprar, o que muitas vezes pode evitar dores de cabeça.

Aguçado senso de troca
Já se foi o tempo onde a divulgação massiva era a única forma efetiva de publicidade na Internet. Atualmente, os usuários buscam recompensas pelo fato de oferecerem sua atenção às campanhas publicitárias. Quem já percebeu isso e está trabalhando nesse sentido vêm colhendo resultados muito interessantes.

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Como não poderia ser diferente, a teoria de Darwin também aplica-se aos usuários da Internet, que passam por transformações e adaptações às peculiaridades do meio. Manter os olho abertos nestas tendências é um grande passo rumo ao sucesso para lidar com esses potenciais consumidores.

Em sua opinião, o que torna os usuários da Internet únicos, na qualidade de leitores, consumidores e público-alvo da publicidade?

Você possui uma pizzaria e resolve adotar uma estratégia pioneira de marketing.

pizza_e_o_spam.jpgVocê prepara pizzas e solicita que seus entregadores façam entregas escolhendo residências aleatoriamente, sem que os moradores façam parte da sua base de clientes.

Para não receber mais as tais pizzas (visto que muitas pessoas não gostam dos sabores que você enviou, ou simplesmente não querem ser incomodadas) os moradores precisam entrar em contato com você através do telefone, caso contrário as pizzas continuarão chegando.

Claro que você conseguirá, vez ou outra, obter sucesso quando alguns estiverem com fome. Você é capaz de imaginar quantas pessoas ficarão irritadas se todas pizzarias da cidade decidirem adotar a mesma estratégia para divulgar seus produtos?

Você não estaria gastando muito tempo, energia e massa enviando pizzas que seriam rejeitadas? É muito mais produtivo enviar pizzas para quem realmente deseja recebê-las. Por que comprometer a sua base de dados enviando pizzas não solicitadas?

Agora, vamos substituir a palavra “pizza” pela palavra “e-mail”

O número de empresas que adicionam usuários à suas listas de destinatários sem o consentimento dos mesmos cresce assustadoramente visto que elas crêem que eles realmente desejam ouvi-las. Os e-mails apresentam opção para remover os destinatário das bases (sim, conforme os responsáveis pelo marketing da empresa aprenderam em uma palestra super bacana sobre e-mail marketing) mas, muitas vezes, isso só serve para confirmar que o endereço é válido tornando-o vítima de mais e mais mensagens não solicitadas.

Oferecer a opção para remover o e-mail do usuário da lista não significa que você não está fazendo SPAM. Lembre-se, você se torna um spammer quando envia mensagens as quais não foram solicitadas, independentemente do assunto.

Você conhece algum cliente que adora receber SPAM?

fraude_de_cliques.jpgConfesso que essa é uma notícia que me trouxe grande preocupação, visto que algumas das campanhas online, as quais gerencio, possuem grande parte de seu orçamento direcionado a anúncios “pay-per-click”.

Segundo resultados da pesquisa realizada pela Click Fraud Network (uma comunidade de anunciantes, agências e mantenedores de pesquisas que trabalham juntos para minimizar os efeitos dos cliques fraudulentos na publicidade online), 15,8% do total de cliques gerados no segundo trimestre de 2007 originaram-se de fraudes. Tal valor representa um crescimento de 1,7% em relação ao primeiro trimestre desse ano.

Quando levamos em consideração apenas o universo dos mecanismos de busca, os números chegam a assustadores 25,6%, causando uma grande dispersão nos resultados de uma campanha.

Os principais responsáveis por tais números são as redes de bots (Botnets), que se multiplicam através de trojans e redirecionam conexões e cliques para anúncios específicos, aumentando artificialmente as taxas de cliques.

Seria hora da publicidade online buscar apoio legal para refrear essa nova modalidade de fraude?

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