Rodrigo Prior

Web 3.0: Chegou a hora da semântica

Confesso que não sou fã dos neologismos utilizados para promoverem “ondas” no mercado da publicidade e do webmarketing. A Web 2.0 foi um belo exemplo disso, a partir do momento em que o mercado resolveu nomear um conceito o qual já vinha sendo aplicado a muito tempo.

O grande desafio atual (e com certeza o próximo passo decisivo para a evolução da web) é justamente a dependência de interações humanas com os serviços e sistemas disponíveis para hierarquizar informações de forma eficiente, ou seja, deixar de lado o famoso formato de rankings determinados através de algoritmos e passar a interpretar as informações de forma a “compreender” a relação entre elas e sua importância no contexto da solicitação.

entendendo_a_web_semantica.jpg

Na web semântica, os elos de ligação entre as informações serão baseados em níveis de confiança, onde cada objeto é descrito e caracterizado da forma mais completa possível, minimizando drasticamente os erros.

Em um exemplo prático do funcionamento dessa nova abordagem, suponhamos que um visitante do blog procure por meu nome em um mecanismo de buscas que organize as informações de forma semântica. Ao exibir os resultados dessa busca, seriam mostradas, de forma confiável, informações diretamente ligadas a mim (no caso o objeto central da categorização), como o local onde resido (e informações relevantes sobre esse local), meu ramo de atuação profissional (e conteúdos relativos a ele). Isso, sem falar das aplicações que passarão a funcionar de forma “inteligente” baseadas nesses dados.

Não tenho dúvidas de que isso irá revolucionar (e muito) nossa forma de utilizar os recursos baseados na web. E você, o que espera a respeito das novas possibilidades?

Que venha a Web 3.0 ;-)

5 comentários em “Web 3.0: Chegou a hora da semântica”

  1. Tiago Fernandeson 27 jul 2007 at 9:57 am

    Espero que ela nos continue garantindo nosso emprego… rs
    Bom artigo, acredito mesmo que a web verdadeiramente semântica só irá trazer benefícios, mas continuo com receio destes termos para se definir “versões” da Web. Contudo, isso é que menos importa… Bom, pelo menos pra quem não deseja lucrar com isso: “Faço sites Web 2.0, 3.0 e 4.0 FlexPower Turbo”… =)

  2. Rodrigo Prioron 27 jul 2007 at 11:36 am

    Tiago,
    É certo que os profissionais que acompanharem a evolução do mercado, independentemente de “neologismos” sempre terão seu trabalho garantido.

    Estive visitando seu portfolio e gostei muito dos seus jobs. Parabéns! ;-)

  3. Claudiaon 22 ago 2007 at 9:57 am

    Muito legal seu artigo, esse link também é muito interessante de uma olhada!
    http://www.cortex-intelligence.com

  4. Robsonon 25 ago 2007 at 1:33 am

    interessante seu blog visite tb nosso site http://www.radiopaznovale.com.br cadstre-se e deixe seu recado em nosso livro de visitas participe de nossas promoções

  5. Thiago Alexandreon 05 dez 2007 at 1:18 pm

    Concordo com o Rodrigo, independente do neologismo os profissionais sempre terão seu trabalho garantido.

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